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	<title>Insights &#8211; Insight da Vida</title>
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	<title>Insights &#8211; Insight da Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Insight da Vida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 21:54:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser mulher para mim, é&#8230; Ser mulher, é mágico.Ser mulher, é selvagem.Ser mulher, é abismo.Ser mulher, é luta.Ser mulher, é amor purinho.Ser mulher, é solitário.Ser mulher, é corajoso.Ser mulher, é divino.Ser mulher, é criar.Ser mulher, é colo.Ser mulher, é loucura.Ser mulher, é doçura.Ser mulher, é políticoSer mulher, é perfeiçãoSer mulher, é forçaSer mulher, é divinoSer [&#8230;]</p>
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<p>Ser mulher para mim, é&#8230;</p>



<p>Ser mulher, é mágico.<br>Ser mulher, é selvagem.<br>Ser mulher, é abismo.<br>Ser mulher, é luta.<br>Ser mulher, é amor purinho.<br>Ser mulher, é solitário.<br>Ser mulher, é corajoso.<br>Ser mulher, é divino.<br>Ser mulher, é criar.<br>Ser mulher, é colo.<br>Ser mulher, é loucura.<br>Ser mulher, é doçura.<br>Ser mulher, é político<br>Ser mulher, é perfeição<br>Ser mulher, é força<br>Ser mulher, é divino<br>Ser mulher, é acolhimento<br>Ser mulher, é dor<br>Ser mulher, é conflito<br>Ser mulher , é amor<br>Ser mulher, é sagrado<br>Ser mulher, é vida<br>Ser mulher, é a melhor coisa que já me aconteceu nessa vida.<br>Tantas, em uma só! E você como sente esse mix delicioso e potente que é ser mulher?</p>



<p>Mariana Cortines Terra</p>
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		<dc:creator><![CDATA[Insight da Vida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 21:29:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mulher nasceu para ser mãe? Nosso corpo vem preparado biologicamente para isso. Já nascemos com todos os óvulos que vamos menstruar ou fecundar ao longo de toda nossa jornada fértil. Vivemos o luto da perda de cada óvulo em cada tpm. Renascemos e reiniciamos a cada ciclo. Acredito que a conexão com o nosso [&#8230;]</p>
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<p>A mulher nasceu para ser mãe?</p>



<p>Nosso corpo vem preparado biologicamente para isso. Já nascemos com todos os óvulos que vamos menstruar ou fecundar ao longo de toda nossa jornada fértil. Vivemos o luto da perda de cada óvulo em cada tpm. Renascemos e reiniciamos a cada ciclo. Acredito que a conexão com o nosso corpo feminino e nossos ciclos menstruais pode nos abrir muitas pontes do sentir. É nossa casa e precisamos conhece-la para cuidar e melhor aproveitar suas potencialidades.</p>



<p>Mas acredito que somos mais do que nosso corpo biológico instintivo. Somos também ele e talvez nos ocupamos muito negando ele. Mas somos para além dele, cada corpo-subjetividade é um e acredito que cada corpo-mulher possa e deva sentir se se tornar mãe faz parte de sua jornada, de seu caminho de vida ou não.</p>



<p>Nós também parimos ideias, projetos e arte. E esse também pode ser o filho escolhido ou possível pelas circunstâncias da vida.</p>



<p>E você o que sente com esse assunto?</p>



<p>Ana Luisa Dias Carneiro</p>
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		<title>Insight do yoga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Insight da Vida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 21:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[insightsdoyoga]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é uma das posições que mais tenho dificuldade em fazer. Sei que estou longe de executa-la bem, mas venho aqui justamente compartilhar um insight que tive enquanto estava tentando. O mais difícil para mim desde a primeira tentativa era no momento de jogar a cabeça para trás. Tem algo sobre pensar em fazer esse [&#8230;]</p>
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<p>Essa é uma das posições que mais tenho dificuldade em fazer. Sei que estou longe de executa-la bem, mas venho aqui justamente compartilhar um insight que tive enquanto estava tentando. O mais difícil para mim desde a primeira tentativa era no momento de jogar a cabeça para trás. Tem algo sobre pensar em fazer esse movimento que me trava, me causa medo. Medo de me machucar ao jogar a cabeça, medo de não conseguir voltar&#8230; Medo.<br>Na minha última aula, quando o meu professor indicou o momento de fazer a posição eu fiz, mas na hora de voltar verbalizei para ele a minha dificuldade na volta, o medo de machucar o pescoço. Ele disse algo do tipo “quando for voltar não é a cabeça que deve puxar o movimento e sim o tórax, a cabeça é a última a voltar”. Eu ri, percebi como isso era (e ainda é) uma dificuldade na minha vida, minha cabeça cisma em querer comandar tudo. E tanto na yoga quanto na vida, há momentos que o coração é que nos impulsiona. <br>Namaste </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mail.google.com/mail/e/1f64f" alt="&#x1f64f;"/></figure>



<p>Ana Luisa Dias Carneiro</p>
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		<title>Sobre 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Insight da Vida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 20:56:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse ano tão estranho finalmente chega ao fim. Quando olho para trás e tento sentir o que ficou, penso em tudo que passou. Tanto medo, tanta agonia, tanta falta de liberdade. Pessoas doentes, outras não, muitas morrendo, outras perderam o chão. Para alguns uma “gripezinha”, outros assintomáticos ou imunes? Muitos doentes do coração, da alma [&#8230;]</p>
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<p>Esse ano tão estranho finalmente chega ao fim. Quando olho para trás e tento sentir o que ficou, penso em tudo que passou. Tanto medo, tanta agonia, tanta falta de liberdade. Pessoas doentes, outras não, muitas morrendo, outras perderam o chão. Para alguns uma “gripezinha”, outros assintomáticos ou imunes? Muitos doentes do coração, da alma ou de solidão. Uns fingindo que nada acontecia, outros trancados em quatro paredes o maior tempo que podia.&nbsp;</p>



<p>Uma grande tempestade em que cada um foi tocando o seu barco, do jeito que sabia.</p>



<p>Mas no meio disso tudo também apareceu muita empatia. Muita gente se ajudando, lutando para dar algum conforto aqueles&nbsp; que nem o básico tinha. Médicos e enfermeiros da linha de frente dando a vida para salvar outras vidas.<br>Muita máscara e alcoolgel, lava a mão, lava fruta, paranoia cruel. Quem nunca se arriscou na arte teve tempo para tentar, quem como eu não escrevia começou a se esforçar. Quem não tinha tempo para os filhos foi obrigado a arranjar. Sem escolas, trabalho online, que loucura para tantos pais. Por outro lado os que não tem filho e família, ou esqueceram a quarentena ou ficaram deprimidos.</p>



<p>Para alguns muitas lives, stories, podcasts e cursos online, até yoga e terapia numa tela tudo cabia.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Uns começaram a meditar, outros a cozinhar. Uns pela primeira vez lavaram o próprio chão, outros ainda não. Uns sobreviveram outros aprenderam. Não tem certo ou errado, cada um no seu quadrado. Mas com a sensação de que somos todos parte desse mesmo todo, cada um tateando diferentes partes desse gigante elefante. Cada um de nós lutando suas batalhas, mas ao mesmo tempo, mais do que nunca num mundo polarizado. Mais do que nunca tudo conectado. Mas ainda tudo tão complicado.</p>



<p>Muitas vidas diferentes, tocando seu barco para seguir em frente.</p>



<p>Desejo à todos que 2021 seja mais leve.<br>Que como humanidade tenhamos aprendido o que for preciso e entendido nossas responsabilidades e possibilidades.&nbsp;</p>



<p>Ana Luisa Dias Carneiro</p>



<p></p>
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		<title>Tempos Estranhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Insight da Vida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 23:12:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tempos estranhos. Já estamos nós nos deparando com uma segunda onda desse vírus que chegou chegando esse ano e não quer ir embora.&#160;Parece que ele veio mexer com a base de nossas estruturas, na nossa capacidade de sentir segurança. Abala nossa segurança física, emocional, financeira&#8230; Será que vou pegar? Ficar doente? Comigo vai ser forte? [&#8230;]</p>
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<p>Tempos estranhos. Já estamos nós nos deparando com uma segunda onda desse vírus que chegou chegando esse ano e não quer ir embora.&nbsp;Parece que ele veio mexer com a base de nossas estruturas, na nossa capacidade de sentir segurança. Abala nossa segurança física, emocional, financeira&#8230; Será que vou pegar? Ficar doente? Comigo vai ser forte? Posso morrer? E meus familiares? Meu emprego? Minha sociedade?&nbsp;<br></p>



<p>Perdemos a falsa sensação de controle que tínhamos sobre tudo ao nosso redor. Perdemos a capacidade de nos planejar, de prever o que será possível ou não de ocorrer logo a seguir. Ontem meus filhos estavam na escola e eu podia minimamente planejar meu dia, meu trabalho, meus estudos. Hoje já não estão, amanhã estarão?<br></p>



<p>Hoje o vírus chegou perto de mim, bate aquele medo, será que peguei? Passei para alguém? …</p>



<p>Fui fazer exame laboratorial. Me senti num filme de ficção científica no qual todos usam máscaras, luvas, até macacões espaciais, ninguém se vê… </p>



<p>Não vemos sorrisos, não damos abraços, lavamos as mãos inúmeras vezes, álcool gel para todo lado, não vemos nossos parentes, viagens são impossibilitadas, vôos cancelados, parentes ficam doentes, alguns melhoram &#8211; que sorte, outros se vão. Tempos estranhos.</p>



<p>Uma tosse ou espirro se tornaram algo perigoso, uma dor de cabeça &#8211; um sintoma. Uns deixam de sentir cheiro ou gosto da comida, os prazeres ficam limitados, os encontros quase fora da lei.</p>



<p>Nossa responsabilidade aumentou, eu posso contrair o vírus e não sentir nada, mas o que pode acontecer com o meu vizinho, o caixa do mercado que frequento ou a professora da minha filha? Sinto na pele, pela primeira vez na vida, a premissa budista de que “somos todos um”, somos mesmo todos parte de um todo e cada escolha minha pode influenciar a vida de todos ao meu redor.</p>



<p><br>O que nos resta? Viver um dia de cada vez. Viver cada momento dentro das suas possibilidades. Tenho que ficar em casa? Então olho para a minha casa, para meus familiares e também para mim. Vejo esse momento como um pedido de volta para nossa casa interna, com possibilidade de conexão profunda com nosso ser e com todos os outros ao nosso redor.&nbsp;<br></p>



<p>Tempos estranhos sim, mas que nos pede algo de humano, de empático com os outros e com nós mesmos. Respeitar nossos limites, acolher o que sentimos, equilibrar nosso tempo interno e externo, nossas expectativas e a realidade possível. </p>



<p>Ana Luisa Dias Carneiro</p>
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		<title>Palavras podem ser pontes ou muros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Insight da Vida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 22:52:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O exercício de nos conectarmos com nossas necessidades serve como um possível ponto de partida para nosso autoconhecimento.Mas ele tem uma outra função que é mais explorada na Comunicação Não Violenta (CNV), o de aprendermos a nos comunicar com base nesse tipo de compreensão. Se entendo o que realmente me incomoda em determinada situação e [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2783" srcset="https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-1024x1024.jpeg 1024w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-300x300.jpeg 300w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-100x100.jpeg 100w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-600x600.jpeg 600w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-150x150.jpeg 150w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-768x768.jpeg 768w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-1536x1536.jpeg 1536w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/2-2-2048x2048.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O exercício de nos conectarmos com nossas necessidades serve como um possível ponto de partida para nosso autoconhecimento.Mas ele tem uma outra função que é mais explorada na Comunicação Não Violenta (CNV), o de aprendermos a nos comunicar com base nesse tipo de compreensão. Se entendo o que realmente me incomoda em determinada situação e enxergo isso como a não satisfação de uma necessidade que é minha, posso acolher meu sentimento e tirar o peso e a responsabilidade do outro. Se a pessoa com quem me comunico recebe minhas necessidades e sentimentos sem se sentir atacada, tem mais chance de realmente me ouvir e refletir sobre como melhorar a situação. Se, ao contrário, já inicio um diálogo regado de críticas e julgamento, colocando no outro toda a responsabilidade de suprir minhas expectativas, a probabilidade de virar uma troca de palavras em que ninguém realmente se escuta é muito maior. Essa violência está presente nas discussões de casais e na fala uma mãe amorosa que quer o melhor para seu filho, mas nunca refletiu sobre o peso de suas palavras.&nbsp;Dessa forma, como dizia Marshall Rosemberg, as palavras podem ser pontes e conectar os corações das pessoas ou muros e impedir que o que realmente importa chegue no outro.<br>Com esse objetivo, os quatro passos do processo da CNV são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Identificar qual o fato, sem julgamento de valor, que me gerou incômodo&nbsp;</li><li>Qual sentimento meu foi despertado naquela situação</li><li>Qual necessidades minhas não estavam sendo satisfeitas naquele momento</li><li>Decidir qual o pedido ou fala vou direcionar a outra pessoa no seguinte modelo: Quando você fez (ou aconteceu) &#8230;, eu senti &#8230; porque tenho uma necessidade &#8230; que não estava sendo satisfeita, será que você poderia …?</li></ul>



<p>Inicialmente pode parecer forçado, mas a forma como nos relacionamos com as pessoas ao nosso redor implica em muito do que sentimos dentro de nós e vice versa. Com a prática vamos ficando mais conectados com nós mesmos e treinando nossos ouvidos a também ouvir as necessidades e sentimentos do outro vamos nos tornando seres mais empáticos.&nbsp;</p>



<p>Ana Luisa Dias Carneiro</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://insightdavida.com/2777-2/">Palavras podem ser pontes ou muros</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://insightdavida.com">Insight da Vida</a>.</p>
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		<title>Halloween e o tema da morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Insight da Vida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 15:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Halloween]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Sombras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O Halloween é baseado principalmente no antigo rito celta do Samhain, ocorrendo de 31 de outubro para 1 de novembro. Nessa noite, o limiar entre o mundo dos vivos e dos antepassados mortos seria tão tênue que eles poderiam vir nos visitar, bem como também esse limiar poderia ser ultrapassado por outros tipos de espíritos. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://insightdavida.com/halloween-e-o-tema-da-morte/">Halloween e o tema da morte</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://insightdavida.com">Insight da Vida</a>.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="744" height="512" src="https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/IMG_0327-1.jpeg" alt="" class="wp-image-2756" srcset="https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/IMG_0327-1.jpeg 744w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/IMG_0327-1-600x413.jpeg 600w, https://insightdavida.com/wp-content/uploads/2020/11/IMG_0327-1-300x206.jpeg 300w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /></figure>



<p>&#8220;O Halloween é baseado principalmente no antigo rito celta do Samhain, ocorrendo de 31 de outubro para 1 de novembro. Nessa noite, o limiar entre o mundo dos vivos e dos antepassados mortos seria tão tênue que eles poderiam vir nos visitar, bem como também esse limiar poderia ser ultrapassado por outros tipos de espíritos. Um dos símbolos mais populares hoje em dia é a tal da abóbora (oca = hallow) decorada com rostos, que tradicionalmente seriam utilizadas com fogos ou velas no seu interior, como lanternas, para que os nossos antepassados encontrassem o caminho de volta para casa e pudessem nos visitar, saindo da escuridão e encontrando a luz. O uso de imagens assustadoras vem da intenção de afastar os espíritos maus.”</p>



<p>Na semana do Halloween a escola das crianças trabalha um pouco desse significado e isso reverberou em muita coisa aqui em casa.</p>



<p>Clara, minha filha, veio me perguntar por que sua avó e seu avô morreram sem ela os conhecer, dizendo ser injusto e perguntando se eles não conseguem vir nos visitar. Tivemos um momento muito bonito, nos abraçamos e choramos juntas. Ela disse muito do que eu tenho guardado em mim e escolho não olhar. Quantas vezes dentro de mim fiz essa mesma pergunta, “Por quê?” e questionei o mundo, Deus, o universo sobre se isso era justo ou não. Como sou adulta e racionalizo tudo sempre, me respondi que era parte da vida, quantas outras milhões de pessoas vivem situações muito mais injustas do que a minha? Me calei, calei essa minha indignação, aceitei a vida como ela é e guardei tudo isso dentro de mim. Até minha filha com toda a sensibilidade de uma criança de 6 anos me trazer todo esse questionamento. Me fez questionar a forma como eu lido com essa perda, com essa falta que é presente em minha vida desde muito nova e continua a ser presente hoje. Minha defesa foi não olhar, tentar viver uma vida normal mesmo com essa falta, não falar muito disso, acreditando que talvez assim quase fosse possível fingir que não existe. Mas existe! E quanto mais não falo mais isso insiste em aparecer, no meu corpo, na fala da minha filha, na minha alma, no meu coração. Depois dessa conversa com a Clara eu tive uma grande indigestão, tive azia, um mal estar generalizado no meu corpo e só me apetecia dormir. Passei um dia inteiro tentando digerir isso tudo. </p>



<p>Hoje, no dia do Halloween da escola, Clara acordou sem querer usar sua fantasia de bruxa. Encrencou com a saia, encrencou com a temperatura da roupa, fez aquele drama e acabou indo sem fantasia e com uma roupa quente após uma hora e meia de birra e estresse matinal.&nbsp;</p>



<p>Na hora não consegui ajudá-la a resolver sua questão com a roupa, me parecia “besteira de criança” e tratei como se assim fosse.&nbsp;</p>



<p>Clara foi para a escola, contrariada, dizendo que não gosta de Halloween e dizendo preferir ficar em casa.&nbsp;</p>



<p>Depois que ela saiu, fiquei com um nó na garganta e pensei em tudo que foi dito e sentido essa semana. Chorei, senti a falta dos meus pais, me permiti sentir. Me senti a pior mãe do mundo por não conseguir acolher na hora que isso veio na forma de birra da minha filha. Por que o choro eu consegui sentar junto e chorar mas a birra me tirou do lugar? São várias facetas de um mesmo sentimento que vive lá dentro dela e também dentro de mim. Nossos filhos não deixam nada passar batido, eles sentem e mostram da forma que podem.</p>



<p>Hoje senti que preciso ritualizar isso de alguma forma em minha família. Pesquisei a tradição mexicana do “dia de los muertos” e vou, junto com minha família, homenagear meus pais com um altar, velas e flores, quem sabe um bolo, uma fruta ou algo que sentirmos que faz sentido. O que importa vai ser a intenção de incluir eles na nossa vida, da forma que é possível hoje. Eles vivem dentro de mim, eu sei, mas acredito que resgatar suas memórias através de algum tipo de ritual pode ser importante para colocar luz sobre essa história que faz parte de quem somos.</p>



<p>A morte ainda é um tabu na nossa sociedade. Tem algo de estranho e misterioso que nos causa medo. Mas a morte faz parte da vida, vivemos esse ciclo sem fim de vida-morte-vida em tudo que é vivo. Quando entramos em contato com a natureza que nos cerca, podemos perceber esse movimento constante. Falar da morte precisa ser incluído na nossa vida, pois não falar só gera mais sombra, recalque, sintomas e sofrimento. Precisamos falar da morte até para poder celebrar a vida.&nbsp;</p>



<p>Ana Luisa Dias Carneiro</p>
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		<title>Equilíbrio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Insight da Vida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2019 12:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[clareza]]></category>
		<category><![CDATA[Equilíbrio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu aquela frase "nem 8 nem 80"? Ela resume bem a importância do equilíbrio. É muito fácil tornarmo-nos numa espécie de marionetes de nós mesmos quando vulnerabilizamos o nosso estado mental aos acontecimentos externos. Acabamos por oscilar imenso e assim vamos vivendo nos “extremos”: uma hora super bem; outra, nem um pouco!</p>
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<p>Você já ouviu aquela frase <strong><em>&#8220;nem 8 nem 80&#8221;</em></strong>? Ela resume bem a importância do equilíbrio.<br /><br />É muito fácil tornarmo-nos numa espécie de marionetes de nós mesmos quando vulnerabilizamos o nosso estado mental aos acontecimentos externos. Acabamos por oscilar imenso e assim vamos vivendo nos “extremos”: uma hora super bem; outra, nem um pouco!</p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong> 1 &#8211;</strong> Claro que a disciplina do Ser é algo extremamente importante na busca do equilíbrio. Mas se entregarmos todo o nosso voto de confiança em apenas uma estrutura, podemos também assim perder esse mesmo equilíbrio. <strong>Autodisciplina</strong> é uma coisa, <strong>exigência</strong> é outra.</p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>2 &#8211; </strong>O que podemos fazer nessas situações é olharmos para os acontecimentos com mais <strong>clareza</strong>, observando, de fora, as situações e relações. Assim mantemos uma “distância” de nós mesmos e podemos analisar cada situação com mais cautela.</p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong> 3 &#8211;</strong> É sempre importante lembrar que equilíbrio não é algo que se “alcança”, como um resultado. Equilíbrio é o caminho, é o próprio processo.</p>



<p>Esperamos que essas dicas façam sentido para você e te ajudem a buscar sempre uma forma <strong>equilibrada</strong> de lidar com essa vida maravilhosa e desafiadora!</p>



<p>Até o próximo insight!</p>
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